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Sobre eleições

Contra o aborto: Código de Direito Canônico - Cân. Cânon 1398 — Código de Direito Canónico (1983): Quem procurar o aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae. Catecismo: O ABORTO 2270. A vida humana deve ser respeitada e protegida, de modo absoluto, a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento da sua existência, devem ser reconhecidos a todo o ser humano os direitos da pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo o ser inocente à vida (46). «Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi: antes que saísses do seio da tua mãe, Eu te consagrei» (Jr 1, 5). «Vós conhecíeis já a minha alma e nada do meu ser Vos era oculto, quando secretamente era formado, modelado nas profundidades da terra» (Sl 139, 15). 2271. A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto directo, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral: «Não matará...

Francisco Marques e Salvatore Micalef

 Fátima emite um comunicado em 16 de junho de 2023 afirmando ser ''retiros suspeitos'' que se realizavam no Hotel Cinquentenário.  Em 17 de setembro de 2024, um ano depois, a Diocese de Roma também denunciou sobre o falso Bispo Salvatore Micalef conhecido como ''Exorcista do Vaticano'' da Prelazia Independente (seita) Santos Pedro e Paulo em Roma, como refere a nota de fátima: ''Salvatore Micalef, tendo sido ordenado padre e bispo sem o mandato do Santo Padre, não está em comunhão com a Sé Apostólica.'' Cân. 1382 — O Bispo que, sem mandato pontifício, conferir a alguém a consagração episcopal, e também o que dele receber a consagração, incorrem em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica.  Francisco Santos, alegado seminarista, esteve nos Servos do Coração Imaculado, em Roma. Aproveitou-se de um livro da sua autoria ''Da superstinção à devoção'' que foi entregue ao Papa Francisco, e aí, teve encontros ocasiona...

MOTU PROPRIO MISSIO PASTORES

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MOTU PROPRIO MISSIO PASTORES DO SUMO PONTÍFICE PIO PELA QUAL SE ESTABELECEM AS NORMAS PARA NOMEAÇÃO E ELEIÇÃO DE PRELADOS ORDINÁRIOS PRÓEMIO A missão confiada por Cristo aos Apóstolos e transmitida aos seus sucessores encontra, nos Prelados Ordinários das Igrejas particulares, uma expressão eminente de cuidado pastoral, de governo e una comunhão. A eles, compete apascentar o Povo de Deus que lhes é confiado, ensinar com fidelidade a doutrina, santificar pelos sacramentos e governar com prudência e caridade. Ao longo da história da Santa Igreja, a Sé Apostólica estabeleceu normas para a eleição, nomeação, transferência e renúncia dos prelados, a fim de assegurar que o exercício do ministério episcopal e prelatural se realize sempre para o bem das almas e a unidade da Igreja. Contudo, as realidades pastorais contemporâneas, bem como as circunstâncias próprias do contexto em que se desenvolve o apostolado no Habblet Hotel, exigem uma organização mais clara, ordenada e eficaz dos processos...

Carta Apostólica sob forma de Motu Proprio "De Ordine Creationes" do Sumo Pontífice Pio acerca dos clérigos com atração pelo mesmo sexo

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CARTA APOSTÓLICA DE ORDINE CREATIONIS SOB FORMA DE  MOTU PROPRIO DO SUMO PONTÍFICE PIO PELA QUAL SE REVÊ A AÇÃO MINISTERIAL DOS CLÉRIGOS COM ATRAÇÃO PELO MESMO SEXO PROÊMIO A ordem da criação, inscrita na própria natureza humana e iluminada pela Revelação divina, constitui o fundamento sobre o qual a Igreja edifica a sua doutrina moral, a sua disciplina e a sua vida pastoral. À Igreja, como guardiã fiel do depósito da fé, compete anunciar a verdade com caridade, proteger a integridade da vida sacramental e assegurar que o exercício do ministério ordenado se realize em plena conformidade com a lei natural, com o Magistério e com a disciplina canônica. Ao longo do tempo, a Igreja tem reiterado, de modo constante e inequívoco, que toda pessoa humana possui dignidade inviolável, devendo ser acolhida com respeito, atenção pastoral e caridade evangélica, independentemente da sua condição pessoal. Tal princípio, contudo, não pode ser dissociado da exigência de fidelidade à verdade moral o...
Amados irmãos e irmãs em Cristo, Com profunda emoção e espírito de ação de graças, encontro-me hoje neste Santuário de Fátima, coração mariano de Portugal e altar espiritual do mundo, por ocasião da minha primeira Viagem Apostólica a este lugar escolhido pela Providência. Aqui, onde o Céu tocou a terra, elevamos o nosso olhar para Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, para escutar, uma vez mais, o apelo perene do Evangelho que ressoa na história através da sua presença materna. As leituras que a liturgia hoje nos propõe oferecem-nos uma chave de leitura profundamente unitária do mistério da salvação, no qual Maria ocupa um lugar singular. No livro do Génesis (Gn 3, 9-15.20), após a queda, Deus dirige-se ao homem e à mulher, e no meio do drama do pecado faz ressoar uma promessa: a vitória definitiva sobre o mal. A tradição cristã viu nesta passagem o chamado Protoevangelho, onde já se anuncia a Mulher e a sua descendência, em oposição à serpente. Maria surge, assim, como a Nova Eva, inteirame...

Homilia - 12 de dezembro

Amados filhos e filhas, irmãos e irmãs em Cristo, Nesta noite santa, sob o manto do céu de Fátima iluminado por milhares de velas, o nosso coração eleva-se em ação de graças. Aqui, neste recinto bendito, onde a fé simples se tornou profecia e a luz frágil de duas candeias infantis iluminou o mundo inteiro, celebramos a Palavra de Deus e acolhemos, mais uma vez, a presença materna de Maria. A Palavra que nos foi proclamada abre-nos horizontes de esperança e responsabilidade. O vidente do Apocalipse diz-nos: “Vi um novo céu e uma nova terra… Eis a morada de Deus com os homens” (Ap 21,1.3). Esta não é uma promessa distante, nem uma consolação abstrata. É o anúncio de que Deus não se resigna ao sofrimento, à violência, à guerra, à divisão. Deus não aceita que a história humana termine em ruínas. Ele faz novas todas as coisas. E fá-lo começando no coração dos seus filhos. Esta visão encaixa-se profundamente no mistério de Fátima. Aqui, Maria não veio anunciar medo, mas futuro. Não veio cond...
Caríssimos irmãos e irmãs do apostolado SICAR, Cumpre-me, antes de tudo, iniciar estas palavras com um pedido sincero de perdão. Perdoem-me por não poder estar presente nesta data memorável, na solenidade de quinze anos da fundação deste apostolado que tanto estimo. Os afazeres do ministério que hoje desempenho, agora como sacerdote, reclamam minha dedicação integral, impossibilitando-me de partilhar convosco esta celebração. Porém, ainda que ausente na presença física, estou convosco em espírito, em memória e em ação de graças. Ao refletir sobre estes quinze anos, meu coração se enche de gratidão e reverência. Lembro-me com profunda estima de todos aqueles que, comigo, iniciaram esta obra: Giuseppe Sarto, Giovanni Genno, Joseph Ratzinger, Nicolas Matheus — que a misericórdia do Senhor receba em descanso eterno — e tantos outros irmãos cujo empenho, zelo e erudição contribuíram para a edificação e consolidação desta missão. Ao contemplar o apostolado na sua adolescência, vêm-me à lembr...